The Price of Freedom

Sessão 04 - O caminho de volta.

O report desta sessão será feitor por Errich, o halfling monk do grupo.

Tentei recorrer aos espíritos, mas era tarde demais. O pesado corpo de Thalai permaneceu imóvel aos pés das ruínas daquele templo maldito. Devíamos nossas vidas um ao outro… uma sensação de derrota tomou conta de mim. O frio da noite no deserto se mistura com a energia necrótica deixada por Szur. Tudo parece ficar mais difícil. Trocamos a vida de um grande guerreiro pela vida de um menino e uns 20 ex-escravos. Não há nada de justo neste imenso deserto, mas sempre existem mais vidas a salvar. Apesar de libertos, muitos estavam feridos, desesperados. Os escravagistas não têm critério, vidas capturadas não valem nada além do dinheiro. Fazendeiros, cozinheiros… dentre eles apenas uma guerreira, – uma shifter – uma raça estranha que conhecia apenas de ouvir falar. Sem condições de sobreviver à noite do deserto, voltamos para dentro do templo, que apesar de muito destruído ainda poderia nos oferecer um abrigo seguro enquanto o sol não retornasse ao céu. Açalmamos o lagarto que puxava a carroça e o deixamos em segurança próximo à entrada do templo. Ele nos serviria para transportar os feridos no dia seguinte.

Sem muito tempo, reuni algumas pedras e improvisei um túmulo para Thalai. Que seu espírito, finalmente livre de toda a dor e agonia, descanse em paz. As vozes do deserto chamaram Althaea, que sem muita explicação deixou nosso grupo e partiu sozinha pela noite, dizendo que talvez algum dia volte a nos encontrar.

Todos sentiam fome, e a shifter – chamada Rain – disse ser capaz de identificar quais as partes dos escorpiões que matamos não estariam afetadas pelo veneno, podendo então diminuir o sofrimento daquele grupo. Mas a carne dos escorpiões não era suficiente para todos, então dividimos com eles parte de nossas provisões. Limpamos suas feridas, tentamos levantar seus espíritos. A noite no deserto é cruel, mas precisariam de forças para enfrentar o calor do dia seguinte, na volta para Tyr.

Enquanto isso Eben, O Pretencioso Escudo de Carne, quis explorar mais o templo, impulsionado pela ideia de que mais perigos podiam nos ameaçar em nosso descanso. Apenas eu e Rain ficamos com os ex-escravos, enquanto o resto de nosso grupo levou o arqueiro capturado para explorar o templo. A Teimosia do Escudo de Carne logo se traduziu em um soar agudo e desesperador, e o arqueiro se aproximou gritando “nós vamos todos morrer!”. Os feridos entraram em pânico e queriam fugir, poucos ergueram suas armas. Rain e eu tentamos acalmá-lo e corremos para encontrar meus companheiros cercados por um enxame de morcegos que voavam e cortavam ar e pele com voracidade e raiva. Logo o escorpião fugitivo foi atraído pelo cheiro de sangue e também nos atacou. A ferocidade dessas bestas não me assustam, sei ser tão feroz quanto elas. Seus gritos estridentes contra os meus, suas garras contra as minhas. Derrubamos até a última das criaturas, e sem paciência para continuar explorando com o mais teimoso guerreiro que já encontrei, recolhi a carne que ainda poderia nos servir de alimento e retornei para perto dos feridos.

No dia seguinte, colocamos os mais debilitados dentro da carroça, outros foram por cima, e quem tinha condições teve que caminhar conosco. Seguimos pela estrada já que com tantas pessoas e uma carroça seria impossível prosseguir por trilhas alternativas. Com o negro Sol no topo do céu todos reclamavam de fome e cansaço. Paramos brevemente para procurar por alimentos, e talvez um pouco de suco de cactus. Com as energias recuperadas prosseguimos. Pude notar úteis habilidade nesta shifter. Ela disse dever a sua liberdade ao nosso grupo, e não mediu esforços para ajudar ao grupo, seja na hora da batalha ou na hora de lidar com o cuidado dos feridos.

No meio da estrada passamos pelo território de um clã de elfos que nos cobraram um espécie de tarifa para cruzar por suas terras. Sem condições de fazer outra rota com tantos feridos, Arbithrea convenceu os elfos a aceitarem uma gema alegando um valor muito além do seu valor real. Seguimos em frente. Entramos nas grandes fazendas que cercam a cidade. Encontramos a guarda da cidade que ao saber que o menino que salvamos era filho de Suazil, tentou tirar o menino de nossos braços. Não sabemos se suas intenções eram levar o menino para o pai e clamar para si a glória e a recompensa por tê-lo salvado, ou se teriam outras motivações para levar o menino… não sabemos porque Szur usou o menino, não poderíamos deixar que o levassem. Mais uma vez Arbithrea se mostrou muito convincente, e fez surgir nos guardas o medo de serem responsabilizados pela morte do menino. Continuamos nosso caminho, mas o cansaço mais uma vez tomou conta dos ex-escravos. A noite caiu, o vento cortava nossa pele, o sangue das feridas pulsava e causava dores estonteantes nos mais debilitados. Alguns começaram a cair, precisávamos procurar abrigo ou eles não sobreviveriam. Nos aproximamos dos portões de uma fazenda, onde nos informaram que a estalagem mais próxima não era próxima o suficiente para poupar a vida dos que levávamos conosco. A ganância toma conta das terras livres. Os empregados da fazenda nos ofereceram abrigo em troca de 5 bits de ouro por cabeça. Consegui convencê-los a aceitar 2 bits de ouro por pessoa, mas Eben – apesar de levar consigo todos os valores que adquirimos em nosso caminho-, mostrou seu lado ganancioso e se recusou a pagar. Ele cogitou seguir em direção a cidade, mesmo que isso significasse a perda de algumas vidas no caminho. Lembrei dos meus tempos de escravidão. Ninguém deveria ter o direito de impor preço na vida de outra pessoa. Eu compartilhava do desespero daquelas pessoas. Elas não possuíam nada e estavam prestes a perder suas vidas pois os supostos heróis que lhes deram a liberdade se negavam a pagar por uma noite de abrigo. Paguei sozinha 50 bits de ouro. Minha missão não estaria cumprida enquanto não salvasse cada uma daquelas vidas. Em honra ao meu grande amigo Thalai, que me salvou se ser escravizada novamente. Poderia ser eu naquela carroça, poderia ser eu, ferida e sem esperança.

O calor do Sol negro voltou a nos aquecer. Os empregados da fazenda nos chamaram as pressas para deixar o local. Disseram que seu senhor era rival de Suazil e que a simples presença do filho de Suazil em suas terras poderia causar problemas maiores. Partimos e pouco depois avistamos o que parecia ser um grande templo. Ao fundo uma imensa torre dourada. Logo ultrapassamos o portão das caravanas e nos misturamos na agitada, e nem sempre segura, vida da cidade livre de Tyr.

View
Sessão 03 - Confontro com Szur

O reporte desta sessão será feito por Errich, o halfling, ex-assassino, monk, e por Rain, uma andarilha razorclaw do deserto.

“Tudo ficava cada vez mais escuro e frio. Precisamos de tochas para seguir em frente. Eu começava a ficar impaciente – já chegamos muito perto de Szur por outras vezes, mas desta vez contávamos com mais alguns guerreiros. Um vulto se formou em nossa frente. Inerte no chão, vimos um homem, mas ele não se movia. Também não estava morto, ele nos olhava em desespero. Logo descobrimos o que o havia atacado, Vimos uma porta quebrada, que antes parecia fechada com toras de madeira. Algo muito ruim habitava aquelas ruínas, e agora a porta estava aberta. Fomos cercados por escorpiões gigantes e eu só conseguia pensar que estava ficando para trás, que nunca encontraria Szur. Eu não podia desistir. Esse pensamento me deu forças. Meus braços e pernas mais um vez não me falharam. Quando me dei conta o último escorpião fugia para dentro da porta. Não me interessava adentrar em seu ninho, não estava ali para isso. Pensei em pegar sua carne, alimento para alguns dias, mas escutei ao longe vozes que diziam: “estamos prontos para partir!”. Então corri em sua direção.

Quando avistei a saída do templo, lá havia uma carroça com escravos. Não consegui avaliar quantos eram, nem se estavam bem ou feridos. Sentia por eles a agonia de ser capturada, a dor, a sede e a fome. Uma fúria tomou conta de todo o meu corpo. Eu só tinha uma coisa em mente: libertá-los. Corri para a carroça que começou a andar. Não sei dizer quantos inimigos haviam a nossa volta, não sabia dizer em que condição estavam meus aliados, senti uma força muito ruim, uma vontade de desistir de tudo. Era Szur. Ele fazia de refém uma criança. Finalmente eu conseguiria ficar cara a cara com ele… mas e os escravos? Eu devia minha liberdade à alguém que algum dia teve a coragem de enfrentar aqueles covardes escravagistas, eu não poderia jamais dar as costas para todas as vidas que partiam naquela carroça. Continuei a lutar. Thalai estava ao meu lado e a elfa Althaea conseguiu por as mãos nas chaves do cadeado que separava todas àquelas vidas da liberdade. Quando abri o cadeado percebi que Thalai tentava – a seu modo – parar a carroça, então saltei da mesma e retornei ao templo o mais rápido que consegui. Um força maligna estremeceu o chão. Quando alcancei o resto do grupo, dentro de uma passagem nas montanhas, não acreditava em meus olhos. Szur parecia mais poderoso. Uma energia negra o envolvia, e aos seus pés padecia o corpo da criança.

O ódio tomou conta de mim, e este foi o meu maior erro. Szur lutava como nunca vi nenhum guerreiro lutar. O ar era gélido, mas meu ódio era grande demais para me fazer desistir. Mesmo ódio este que me fez falhar. Eu caí. Tudo ficou negro e achei que seria meu fim. Vi meu pai sorrindo para mim. Mas ouvia o terrível som da batalha. Gritos de dor, mais corpos caindo ao chão. Abri meus olhos e vi Arbithrea caindo quase sem vida. Ele me trouxe de volta, mas eu não tinha tempo de ajudá-lo, Szur continuava a nos atacar. Olhei mais uma vez para o menino, não conseguia dizer se ainda havia um sopro de vida dentro dele. Levantei-me e voltei para a batalha. Me senti como menina, aprendendo meus primeiros golpes… quanto mais eu errava mais me penalizava por isso, perdi a concentração e continuei a falhar. Szur fugiu. Thalai foi atrás dele. Eu estava ferida, sem forças. Corri para o corpo do menino e comecei a rezar. Parecia ainda haver vida naquele pedaço de carne tão frágil. Escutei ao longe um grito terrível de dor e agonia. Era Thalai. Eu precisava correr, a batalha continuava. O menino abriu os olhos e pediu por socorro. Não pude deixá-lo. Tentei amparar suas feridas, Althaea começou a rezar ao meu lado. Havia uma energia muito ruim ao redor daquela criança. Ouvi outro grito de Thalai, um som abafado, o chão tremeu. A criança parecia estável, então corri para fora da caverna. Vi por ali alguns escravos que saíram da carroça. Muitos já não estavam mais lá – devem ter fugido, pensei. Alguns olhavam em desespero para a entrada do templo. Me recusei a acreditar em meus olhos. No chão estava o corpo de Thalai. Corri, rezei, chorei… em vão…"
Por Errich

“Os escravagistas já tinham aprontado quase tudo e logo iriam partir. Junto a mim, dezenas de outros de pessoas se encontravam amontuadas e espremidas na jaula improvisada de carroça puxada por uma espécie de lagarto. Odiava eles! Odiava por tudo que é mais sagrado, isto é, se é que existe algo de sagrado e religioso nesse inferno de areias sem fim. Eu, uma andarilha, aprisionada, pega de surpresa, por um descuido, agora sem o que eu mais estimava: liberdade.

Estava cansada, com sede e fome, assim como os outros. Perdida nos meus pensamentos em descobrir um modo de como escapar, quando algo chamou minha atenção: os escravagistas agitados gritaram algo como: “ Eles estão aqui! Eles nos descobriram!”.

E ao longo do corredor pude observar o que parecia ser um grupo vindo na nossa direção com armas em punhos. Eram 6 ao todo: uma halfling bastante ágil, um half-giant enorme e forte, acho que duas elfas, um mul e um humano.

A um piscar de meus olhos já se desenrolava ali uma batalha e a chance de escapar parecia cada vez mais próxima. Os prisioneiros gritavam em unissom: “ Ajudem-nos! Nos tirem daqui!”. O combate foi divido em dois; no chão parte do grupo lutava e a outra parte tentava subir na carroça para desarmar e acabar com os arqueiros.

De dentro da jaula era difícil de se ter idéia do que ocorria em cima da carroça. De repente o grande lagarto começou a andar e achei que permaneceria presa novamente. Nesse mesmo instante, me pareceu que parte da parede de pedra se abriu e de dentro saiu uma criatura horrenda com uma criança como refém. Não sei ao certo o que ocorreu, mas posso afirmar que uma energia estranha e maligna rondava o local, fazendo com que todos se sentissem mal.

Da mesma estranha maneira que surgiu, a criatura com a criança, desapareceu. A halfling ligeira conseguiu a chave que abria a jaula e nos libertou com a carroça ainda em movimento. Após alguns minutos esta parou e pudemos todos descer.

A maioria corria para longe da ação só pensando em sua liberdade, mas uma força maior em mim me fez parar. Se não fosse pelo grupo, ainda estaria presa, estava em débito com eles e deveria por direito pagar essa dívida.

Perdi boa parte da ação da batalha e pude ver que a criatura maligna conseguiu escapar, porém sem a criança. O half-giant foi em seu encalço e acabou atingido diversas vezes, perecendo ao fim sem vida, inerte no chão. Uma morte dolorosa no calor da batalha, porém honrada, como todo grande guerreiro deveria ter.

Consegui encontrar meu arco e espada que estavam no poder dos escravagistas e agora me preparo para falar com o grupo e pagar minha dívida. Nunca me agradou andar em grupos, assim como outros Shifters Razorclaws de minha raça, porém devo minha vida à eles, estando disposta a sacrificar por um tempo minha independência até meu débito estar pago.

Veremos aonde o vento irá me levar dessa vez…"
Por Rain

View
Sessão 02 - Esconderijo dos Escravistas

Após se recuperarem do conflito com a Planta Suga-Sangue e o Lagarto Psiônico, o grupo estudou o mapa e percebeu que poderiam fazer dois caminhos até o local indicado. Um deles, mais longo porém mais fácil de seguir (percorria o leito de um rio muito antigo, agora seco, e por um deserto plano), e outro mais curto e rápido, porém através de colinas e terreno muito acidentado.

Após avaliarem as possibilidades, por unanimidade, seguiram o caminho mais rápido pelas colinas. O grupo sentia que tinha pouco tempo para agir e precisavam ser rápidos. Guiados Arbitria e Abaddon, seguiram o caminho até que, ao longe, parte do grupo observou uma dupla se aproximar perto da antiga estrada que partia de Tyr, composta por um meio-gigante e uma halfling. O grupo rapidamente se escondeu tentando evitar um possível confronto, com aquela dupla.

Contudo Eben não percebeu o que ocorria a seu redor e revelou sua posição dando início a uma discussão sobre o que cada grupo estava fazendo ali. A dupla percebendo a presença do guerreiro rapidamente sacou suas armas e aguardou o embate, Ironfist repetiu o ato, preparando sua defesa enquanto começa uma discussão.

“Quem são vocês? O que querem? Vocês são escravistas? Onde está o seu grupo, você está sozinho?” – disse o meio-gigante. Então, sua amiga halfling respondeu ao meio-gigante enquanto segurava uma lança com ponta de obsidian:

“Calma, nós só precisamos saber se eles trabalham com Szur, talvez eles possam ser úteis.”

Eben, então respondeu: “Somos meros transeuntes, seguindo naquela direção” enquanto parte do grupo começava a desviar o caminho, mas a dupla percebeu e ficou ainda mais apreensiva, porque a sensação que tinham era de estarem sendo cercados.

Após muita discussão, a halfling guardou sua arma e os dois grupos passaram a seguir a mesma direção, pois buscavam o mesmo objetivo: Os escravistas liderados por Szur e Donaron. Caminharam e escalaram, e ao final do dia sentiram o calor do Sol Negro em suas costas, sem confiarem um nos outros. Chegaram, enfim, no que aparentou ser um templo antigo de acordo com o mapa de Volkur.

Lá avaliaram qual seria a melhor estratégia enquanto Abbadon e a halfling, chamada Errich, espiavam as redondezas e avaliavam as forças inimigas. No entanto, Abbadon foi descoberto e iniciou-se uma batalha com o berro de Eben: “Atacar!”

A batalha foi feroz, os escravistas começaram infligindo graves ferimentos no grupo, quase levando os aventureiros à morte, pois o maior número de inimigos e de arqueiros era uma vantagem muito forte. Porém, aos poucos o grupo (agora com dois novos membros) reverteu essa vantagem, com uma amostra terrível de força primal e habilidades psiônicas, as quais fizeram o chão tremer e a realidade se contorcer. No final, dois inimigos conseguiram fugir e alertar o resto de seus comparsas.

O Grupo então seguiu no percalço de seus adversários. Adentaram a ruína e encontraram um aposento amplo com pilares em ambos os lados. Nos pilares aviam lâminas de pedra como armadilhas, mas após alguns minutos estudando o funcionamento dessas, o grupo conseguiu seguiro caminho por um das três passagens no aposento. Após poucos metros o grupo se viu em um pequeno aposento com paredes cheias de rachaduras, possuindo quatro pilares. Seguiram novamente o som dos barulhos de inimigos ao longe até que quase caíram em uma armadilha de poço.

A sessão terminou neste ponto, onde o grupo, unido pelas circunstâncias depende um do outro para alcançarem seus objetivos e sobreviverem no deserto impiedoso de Athas. Será que conseguirão?

View
Sessão 01 - Emboscada no caminho para Urik

O grupo de aventureiros, basicamente composto de mercenários, fora contratado por uma pequena Merchant House de Tyr, House Ghadir, para levar um carregamento modesto de bens para negociar em Urik. O pagamento oferecido foi de 400 bits de ouro.

Logo no início da jornada, cerca de meio dia de marcha de Tyr, o grupo foi atacado por um bando de bandidos que pretendiam pegar suas mercadorias e fazê-los de escravos. O combate foi difícil, mas no final os aventureiros saíram vitoriosos. Eles fizeram um anão, Vorkul, de prisioneiro e pegaram dos corpos dos outros bandidos 100 bits de prata, 50 bits de ouro e uma carta, que estava de posse de um psiônico revelando o plano de capturar uma caravana que passou antes da do grupo para fazer de refém o filho de um nobre de Tyr chamado Suaszil.

Além disso, atrás de uma colina perto de onde aconteceu o confronto o grupo encontrou, desacordados, 3 reféns dos bandidos. O grupo resolveu socorrer essas vítimas e levá-los para um abrigo improvisado até decidirem o que fazer.

Eles fizeram abrigo em um pequeno vale entre duas colinas ao norte da estrada aonde havia uma pequena vegetação rasteira com cactus que possuíam frutas. A noite foi tranquila apesar da presença de um predador felino aparecer na calada da madrugada.

Quando acordaram, perceberam que Vorkul fugira durante a noite e resolveram ir em sua procura, deixando as 3 vítimas que socorreram encarregadas de guardar a carroça com as mercadorias.

Não demorou muito para que encontrassem um corpo que parecia ser de Vorkul perto de um gigantesco cactus. Ao se aproximarem para verificar, a planta os atacou, envolvendo alguns deles em tentáculos espinhosos que sugavam o sangue de quem fosse preso. Um lagarto gigante com poderes psiônicos aproveitou a confusão e resolveu conseguir uma refeição das pobres criaturas que caíram vítimas da planta carnívora. O combate foi emocionante, levando diversas vezes membros do grupo a beira da morte, mas no final eles conseguiram sobressair e vencer as criaturas. No final, era mesmo o corpo de Vorkul, e este possuia um mapa tosco que levava até uma montanha ao Sul de Tyr.

A próxima sessão começa a partir daí. O que será que há nessa montanha, será o esconderijo do grupo de bandidos?

View

I'm sorry, but we no longer support this web browser. Please upgrade your browser or install Chrome or Firefox to enjoy the full functionality of this site.